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    Cinema

    Undertone: terror da A24 aposta em som imersivo e exige sessão no cinema

    Matheus AmorimPor Matheus Amorimjaneiro 12, 2026Nenhum comentário4 Minutos de leitura
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    Quem acompanha o calendário de estreias de horror já ouviu falar de Undertone, novo longa da A24 que vem colecionando prêmios desde a première no Fantasia International Film Festival de 2025. Com direção e roteiro de Ian Tuason, o projeto chega aos cinemas em 13 de março de 2026 prometendo uma experiência sensorial rara.

    A proposta é simples: fazer o público enxergar — e principalmente ouvir — o sobrenatural pelos ouvidos de Evy, vivida por Nina Kiri. A estratégia técnica coloca o som no centro da narrativa, sugerindo que assistir em casa possa diminuir parte do impacto.

    Enredo de Undertone mantém foco total na protagonista

    No filme de terror Undertone, Evy é uma podcaster cética que divide o microfone com um parceiro crente em fantasmas, interpretado por Kris Holden-Ried. A rotina muda quando ela volta para a casa da mãe doente e recebe fitas anônimas repletas de ruídos perturbadores. A cada nova gravação, o medo, a paranoia e os eventos estranhos ganham força dentro e fora dos fones de ouvido.

    A construção do roteiro destaca apenas a perspectiva de Evy. Outros personagens surgem exclusivamente em off, como vozes ou ruídos à distância. Esse recorte intimista coloca o espectador no mesmo ponto de escuta da protagonista, fator essencial para a imersão que o filme de terror Undertone pretende alcançar.

    Som imersivo eleva o filme de terror Undertone

    A aposta sonora não é mero truque de marketing. A narrativa depende de cada sussurro, silêncio alongado e trecho dissonante de cantigas infantis para acionar o instinto de alerta do público. Segundo o trailer, a trilha brinca com frequências baixas e picos de ruído que simulam fenômenos paranormais, recurso que, em sala equipada com surround, deve provocar reações físicas.

    Do ponto de vista biológico, sons repentinos ativam a amígdala, área do cérebro ligada ao medo. A equipe de Tuason utiliza essa ciência básica para construir sustos que escapam do clichê visual. Em outras palavras, ver Undertone numa TV comum ou, pior, num celular, dificilmente entregará o mesmo desconforto que o diretor planejou.

    Undertone: terror da A24 aposta em som imersivo e exige sessão no cinema - Imagem do artigo original

    Imagem: Imagem: Divulgação

    Direção de Ian Tuason aposta em minimalismo assustador

    Com apenas 84 minutos de duração, Ian Tuason cria uma estética enxuta. A câmera permanece quase sempre fixa em Nina Kiri, enquanto o design de som assina o espetáculo invisível. Esse minimalismo exige precisão de ritmo: cada pausa, cada ruído e cada silêncio contam para manter a tensão crescente.

    Tuason assina também o roteiro, característica que costuma favorecer a coesão entre conceito e execução. A estratégia lembra produções que exploram tecnologia ou transmissões como catalisadoras de horror — casos de White Noise, Pulse e Frequency —, mas aqui o diretor abre mão de grandes set pieces visuais para concentrar a atmosfera naquilo que não vemos.

    Elenco conta apenas com Nina Kiri em tela

    Nina Kiri, conhecida pelo trabalho em The Handmaid’s Tale, carrega praticamente todo o peso dramático. Sem outros atores em cena, sua performance precisa sustentar medo, curiosidade e deterioração mental de forma gradual. Esse formato de “monólogo” filmado é incomum no circuito mainstream, o que torna o filme de terror Undertone ainda mais curioso.

    As demais participações são vocais: Kris Holden-Ried, Michèle Duquet e Keana Bastidas entram como vozes que conversam, aconselham ou assombram Evy. A ausência física desses personagens reforça a sensação de isolamento, centralizando o suspense no jogo entre o que se ouve e o que se imagina.

    Vale a pena assistir ao filme de terror Undertone?

    Para quem busca uma experiência sensorial completa, Undertone parece feito sob medida para salas equipadas com áudio de última geração. O uso criativo do som, aliado à atuação solitária de Nina Kiri e à direção minimalista de Ian Tuason, promete um terror mais psicológico do que explícito. No catálogo da A24, o longa surge como variação ousada dentro de um gênero que costuma valorizar o impacto visual. Se a proposta se confirmar, assistir ao filme de terror Undertone no cinema pode ser a única forma de captar cada camada desta inquietante orquestra de ruídos que, segundo o diretor, é parte essencial da trama. Dessa forma, o site 365 Filmes deve acompanhar de perto a recepção do público quando a produção chegar às telonas.

    Este conteúdo foi publicado originalmente no 365Filmes. A reprodução total ou parcial é permitida apenas mediante a citação da fonte, com link direto (dofollow) para o artigo original, garantindo a correta atribuição de autoria e a credibilidade da informação.

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    Matheus Amorim
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    Sou Matheus Amorim e dedico meus dias a decifrar as narrativas que moldam o mercado digital. Minha escrita é guiada pelo rigor técnico, mas sempre com foco na experiência de quem assiste. Com passagens por portais de referência como o G1, Cultura Genial e MasterDica, aprendi que a verdadeira autoridade se constrói com honestidade intelectual e zero clichês. Desde 2021, meu compromisso é um só: entregar críticas fundamentadas e uma curadoria que você não encontra em qualquer lugar.

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