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Todos os filmes de James Bond com Sean Connery, do menor ao maior em bilheteria

Por Matheus Amorim4 Minutos de leitura

Sean Connery estreou como 007 em 1962 e, logo de cara, transformou o agente secreto britânico em fenômeno global. Se os livros de Ian Fleming já faziam sucesso, foi nos cinemas que o personagem virou sinônimo de aventura e luxo.

Entre idas e vindas, o ator escocês gravou sete longas. A simples comparação dos números de bilheteria — corrigidos pelo índice oficial de inflação norte-americano — revela por que a marca James Bond continua forte até hoje.

A força de Sean Connery James Bond nas bilheterias

Ao longo da década de 1960 e início dos anos 1980, cada lançamento estrelado por Connery atraiu multidões. Embora a qualidade dos roteiros tenha oscilado, o apelo do ator manteve a série no topo das preferências do público.

Em ordem crescente de arrecadação, veja como cada produção se saiu financeiramente, dos “modestos” US$59 milhões de Dr. No até o estrondoso US$141 milhões de Thunderball. Os valores entre parênteses já estão atualizados para a economia de hoje.

Never Say Never Again (1983) — US$160 milhões (US$530 milhões)

Lançado fora do cânone oficial da Eon, o filme colocou Connery novamente no papel-chave e disputou público com Octopussy no mesmo ano. Mesmo assim, ficou atrás da concorrência e terminou como a menor bilheteria da carreira do ator como 007 quando ajustada pela inflação.

Dr. No (1962) — US$59 milhões (US$637 milhões)

Primeiro título da franquia, tinha a missão de provar que a combinação espionagem + charme britânico funcionaria. Conseguiu: mais de meio bilhão em valores atuais e a largada para uma marca que ainda rende frutos ao cinema e ao streaming, como lembra o portal 365 Filmes.

From Russia With Love (1963) — US$78 milhões (US$831 milhões)

A sequência elevou a escala de ação, apresentou novos gadgets e consolidou Connery como o rosto definitivo de James Bond. O salto de quase US$20 milhões em relação ao filme anterior demonstra o boca a boca positivo que ganhou força na época.

Diamonds Are Forever (1971) — US$116 milhões (US$944 milhões)

Após um hiato e uma troca de ator em On Her Majesty’s Secret Service, Connery voltou para uma despedida “oficial”. Apesar da recepção morna da crítica, o longa quase bateu a marca de US$1 bilhão corrigidos, sinal de que o público ainda queria ver o astro em ação.

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Imagem: Imagem: Divulgação

You Only Live Twice (1967) — US$111 milhões (US$1,09 bilhão)

Conhecido pelo tom mais leve — vulcões secretos e naves espaciais incluídos — este episódio mostrou que, mesmo com enredos ousados, Sean Connery James Bond mantinha seu poder de atração. Foi o terceiro filme consecutivo a ultrapassar US$100 milhões sem correção.

Goldfinger (1964) — US$125 milhões (US$1,3 bilhão)

Considerado por muitos o ápice criativo da série, introduziu o vilão icônico, a trilha inesquecível e o carro cheio de engenhocas. A combinação perfeita de roteiro ágil, humor britânico e cenas de ação fez a produção alcançar o segundo maior faturamento da fase Connery.

Thunderball (1965) — US$141 milhões (US$1,4 bilhão)

Com apostas mais altas e sequências subaquáticas inovadoras, o quarto filme bateu recorde atrás de recorde. Em valores atuais, ainda figura entre as maiores arrecadações da saga inteira, provando que o auge de Sean Connery James Bond aconteceu em grande estilo.

Por que os números continuam impressionantes?

Mesmo depois de seis décadas, os valores — principalmente os bilionários após correção — evidenciam o impacto cultural deixado por Connery. O carisma inquestionável do ator ajudou a solidificar os elementos que definem 007: ação elegante, vilões marcantes e alta tecnologia.

Além disso, o sucesso comercial dos primeiros filmes pavimentou o caminho para que outros intérpretes, de Roger Moore a Daniel Craig, mantivessem viva a franquia. Sem a base criada na era Connery, é pouco provável que 24 longas oficiais e uma geração inteira de fãs existissem hoje.

Matheus Amorim

Sou Matheus Amorim Paixão, redator, crítico e fundador do 365Filmes. Com trajetória consolidada no mercado digital desde 2021, especializei-me em crítica cinematográfica e análise de tendências no streaming. Minha autoridade foi construída através de passagens por portais de referência como Cultura Genial, TechShake e MasterDica, onde desenvolvi um rigor técnico voltado à curadoria estratégica e experiência do espectador. No 365 Filmes, meu compromisso é entregar análises fundamentadas e honestidade intelectual, conectando audiências às melhores narrativas da sétima arte.

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