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    Cinema

    Rivalidade entre Elphaba e Dorothy ganha novos contornos em Wicked: For Good

    Matheus AmorimPor Matheus Amorimnovembro 30, 2025Nenhum comentário4 Minutos de leitura
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    Elphaba e Dorothy voltam a se enfrentar em Wicked: For Good, mas, desta vez, o embate vai muito além das famosas sapatilhas prateadas. O longa, sequência direta de Wicked, aprofunda as motivações das duas protagonistas e revela detalhes que não aparecem em O Mágico de Oz, de 1939.

    Em pouco mais de duas horas, o diretor Jon M. Chu entrega uma história que questiona quem realmente é a vilã, aponta responsabilidades políticas e reforça a defesa dos animais, bandeira central de Elphaba. O resultado cria uma atmosfera atraente para fãs antigos e para o público que conheceu a bruxa esmeralda no espetáculo da Broadway.

    O que desencadeou a inimizade em Wicked: For Good

    A rusga entre Elphaba (Cynthia Erivo) e Dorothy Gale começa logo após a jovem do Kansas chegar a Oz. Glinda (Ariana Grande), tentando amenizar a tragédia provocada pelo ciclone, presenteia Dorothy com as sapatilhas de Nessarose, irmã de Elphaba, esmagada pela casa que caiu do céu. Para a bruxa, ver a desconhecida caminhando com a única lembrança material da irmã equivale a um golpe irreparável.

    A oferta das sapatilhas não apenas intensifica a dor do luto; ela cria uma quebra de confiança entre Elphaba e Glinda — personagem que, até então, funcionava como ponte de diálogo. A partir dessa concessão, Wicked: For Good transforma Dorothy em símbolo da injustiça que Elphaba combate desde o fim do primeiro filme, quando o Mágico a colocou como inimiga pública número um.

    A política nos bastidores: Dorothy reflete o discurso do Mágico

    Ao contrário do clássico de 1939, a continuação mostra Dorothy chegando a Oz já alinhada, mesmo que involuntariamente, ao discurso do Mágico. A garota acredita sem questionar que a Bruxa Má do Oeste ameaça a ordem do reino, reforçando o clima de caça às bruxas instaurado após a falsa narrativa oficial.

    Esse detalhe adiciona uma camada política: Elphaba, que luta contra a opressão do governo e pela libertação dos Animais — criaturas sencientes que vão perdendo a capacidade de falar — enxerga em Dorothy um instrumento da propaganda estatal. Tudo isso torna a rivalidade menos rasa e mais carregada de simbolismo.

    Toto na coleira, um gesto que diz muito

    Outro elemento novo que chama atenção é Toto, agora preso à coleira enquanto percorre a Estrada de Tijolos Amarelos. No original, o cãozinho corria solto; no longa, a restrição visualmente ecoa o aprisionamento de Animais pelo regime do Mágico. A imagem funciona como gatilho emocional para Elphaba, defensora ferrenha da liberdade das criaturas de Oz.

    Detalhes de produção e elenco

    O filme chega aos cinemas em 21 de novembro de 2025, com classificação indicativa PG e duração de 137 minutos. O roteiro leva a assinatura de Winnie Holzman, Dana Fox e Gregory Maguire, autor do livro que inspirou o musical. A produção fica por conta de Marc Platt e David Stone.

    Rivalidade entre Elphaba e Dorothy ganha novos contornos em Wicked: For Good - Imagem do artigo original

    Imagem: Imagem: Divulgação

    No elenco, além de Cynthia Erivo e Ariana Grande, aparecem Jonathan Bailey como Fiyero e Michelle Yeoh reprisando Madame Morrible. Cada personagem surge com figurinos ricos em simbolismo, reforçando as leituras políticas e sociais que movimentam a trama.

    Referências visuais que conectam os dois filmes

    Chu recorre a cores vibrantes e enquadramentos verticais, unindo a estética moderna ao imaginário clássico de Oz. A casa de Dorothy, esmagando o palácio de Nessarose, surge em tela inteira, enquanto planos-detalhe destacam as sapatilhas, agora foco de discórdia. Assim, o diretor cria um elo afetivo com o primeiro Wicked e, simultaneamente, honra o legado do filme de 1939.

    Por que Wicked: For Good interessa a quem gosta de novelas e doramas

    Mesmo centrado em fantasia, o longa adota o melodrama típico de novelas latinas e doramas asiáticos: conflitos familiares, amizades abaladas por traições involuntárias e grandes gestos simbólicos permeiam a narrativa. O trio Elphaba, Glinda e Dorothy forma um triângulo dramaturgicamente potente, movido por mágoas, mal-entendidos e lealdades divididas.

    Para o público que acompanha 365 Filmes, a produção se torna atraente justamente por explorar esses ganchos emocionais tão comuns nos folhetins, mas ambientados em um universo mágico repleto de números musicais e reviravoltas políticas.

    Conclusão: rivalidade além das sapatilhas

    Ao ampliar as motivações de cada personagem, Wicked: For Good comprova que sapatos brilhantes jamais foram o único motivo para Elphaba odiar Dorothy. A presença do cão na coleira, o discurso manipulado pelo Mágico e a perda brutal da irmã compõem um mosaico de dores que alimenta a tensão dramática.

    Com lançamento marcado para novembro de 2025, o filme promete atrair fãs de longa data e novos espectadores, oferecendo uma leitura mais humana — e politizada — da eterna disputa entre a Bruxa Má do Oeste e a garota do Kansas.

    Filmes
    Matheus Amorim
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    Sou redator especializado em conteúdo de entretenimento para o mercado digital. Desde 2021, produzo análises, dicas e críticas sobre o mundo do entretenimento, com experiência como colunista em sites de referência.

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