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    Cinema

    A melhor comédia de cada ano na década de 2010: de “A Mentira” a “Fora de Série”

    Matheus AmorimPor Matheus Amorimnovembro 23, 2025Nenhum comentário6 Minutos de leitura
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    De 2010 a 2019, o cinema comprovou que ainda havia espaço para ideias frescas e gargalhadas genuínas. Foram lançadas produções que variaram de sátiras escancaradas a dramédias sensíveis, sempre encontrando um público disposto a sair da sessão com dor no maxilar de tanto rir.

    Eu acompanhei essa safra inteira – e posso garantir que, revisitando cada ano, fica fácil perceber por que muitos desses títulos continuam aparecendo em listas de maratona no fim de semana. Vamos relembrar, ano a ano, qual foi o melhor filme de comédia da década, segundo critérios de impacto, bilheteria e, claro, o meu olhar crítico como fã declarado do gênero.

    2010 – A Mentira (Easy A)

    O ponto de partida da década trouxe Emma Stone estrelando uma versão moderna de A Letra Escarlate. Na trama, a estudante Olive inventa boatos sobre sua vida amorosa para subir de status no colégio, e o plano sai de controle. Eu assisti e adorei como o roteiro brinca com a cultura do “fala-se mal, mas fala-se de mim”, sem perder o frescor do humor adolescente.

    Com um elenco de apoio afinado – Stanley Tucci, Amanda Bynes e Patricia Clarkson –, o longa garantiu frases marcantes e até hoje circula em memes. A química entre os atores sustenta piadas rápidas e inteligentes, fazendo jus ao posto de melhor comédia de 2010.

    2011 – Missão Madrinha de Casamento (Bridesmaids)

    O ano seguinte provou que mulheres também podem mergulhar no humor escatológico sem perder a classe. Kristen Wiig e Maya Rudolph lideram um grupo de madrinhas que enfrenta uma sequência de desastres antes do casamento. Eu ri alto na icônica cena da prova do vestido – confesso que voltei o vídeo para ver de novo.

    Melissa McCarthy roubou a cena e acabou indicada ao Oscar, mostrando que atuações cômicas rendem prêmios quando alinhadas a bom roteiro. Missão Madrinha de Casamento marcou Hollywood ao abrir portas para mais elencos femininos em comédias ousadas.

    2012 – Anjos da Lei (21 Jump Street)

    Channing Tatum e Jonah Hill reviveram a série dos anos 1980 num tom completamente nonsense. Dois policiais se infiltram na escola fingindo ser alunos e, como era de se esperar, nada sai como planejado. Eu me peguei gargalhando na sequência em que a dupla experimenta drogas acidentalmente – humor físico no ponto certo.

    A química imprevisível entre os protagonistas transformou um conceito simples numa avalanche de piadas. A presença de Ice Cube como capitão rabugento arremata a fórmula, garantindo a comédia de 2012 um lugar de honra nesta lista.

    2013 – O Lobo de Wall Street

    Martin Scorsese fez um épico de três horas que, apesar do teor biográfico, é uma comédia desvairada sobre ganância. Leonardo DiCaprio interpreta Jordan Belfort em ritmo frenético, entregando a melhor cena de humor físico da década quando tenta entrar no carro depois do efeito dos quaaludes. Eu ri de nervoso – e ri mais uma vez quando percebi que estava torcendo por um golpista.

    Jonah Hill, novamente presente aqui, mostra versatilidade e arranca gargalhadas com dentes falsos e improvisos. Mesmo com temática adulta e crítica social, a leveza cômica se mantém do começo ao fim, coroando o filme como destaque de 2013.

    2014 – O Que Fazemos nas Sombras (What We Do in the Shadows)

    A combinação de vampiros centenários e rotina de república em Wellington, Nova Zelândia, parecia improvável. Taika Waititi e Jemaine Clement provaram o contrário ao filmar um falso documentário em que mortos-vivos discutem quem vai lavar a louça. Eu assisti e cheguei à conclusão de que nunca foi tão divertido ver monstros lidando com problemas domésticos.

    O humor surge de situações banais em contraste com a mitologia sombria. Há espaço até para uma disputa hilária com lobisomens. A originalidade rendeu série derivada e consolidou o longa como a melhor comédia de 2014.

    2015 – A Escolha Perfeita 2 (Pitch Perfect 2)

    Sequências costumam tropeçar, mas as Barden Bellas voltaram afiadas. Elizabeth Banks assumiu a direção e elevou tudo: participações de Hailee Steinfeld, Snoop Dogg e até o Green Bay Packers em números musicais inusitados. Eu vibrei quando ouvi Flashlight no ato final – hit que grudou na cabeça por dias.

    A melhor comédia de cada ano na década de 2010: de “A Mentira” a “Fora de Série” - Imagem do artigo original

    Imagem: Imagem: Divulgação

    A trama mantém o espírito “competição universitária” e adiciona rivalidades internacionais, ampliando as piadas. O resultado é diversão pura, garantindo o posto de melhor comédia de 2015 sem perder a harmonia.

    2016 – Dois Caras Legais (The Nice Guys)

    Shane Black regressou ao noir cômico com Ryan Gosling e Russell Crowe formando a dupla de detetive e capanga mais improvável de Los Angeles. Desde a primeira cena percebi que seria impossível segurar o riso; Gosling, em especial, entrega uma atuação física hilária, tropeçando, gritando e choramingando como poucos.

    Ambientado nos anos 1970, o filme mistura investigação e pastelão com diálogos afiados. A jovem Angourie Rice surge como revelação, participando de tiradas mordazes. Foi disparado o longa que mais revi em 2016.

    2017 – Lady Bird

    Greta Gerwig transformou a própria adolescência em Sacramento num roteiro que beira a perfeição. A relação mãe e filha, vivida por Saoirse Ronan e Laurie Metcalf, gera cenas tão reais que eu me vi lembrando de brigas com meus pais – rindo e emocionado ao mesmo tempo.

    Apesar de tocar em temas densos como expectativas familiares, o humor está presente nos gestos desajeitados da protagonista e nas ironias domésticas. A aprovação crítica de 99% no Rotten Tomatoes não aconteceu por acaso: Lady Bird voou alto e reinou em 2017.

    2018 – Podres de Ricos (Crazy Rich Asians)

    O romance entre a professora Rachel Chu e o bilionário Nick Young serviu de passaporte para um desfile de luxo em Singapura. Eu, do outro lado da tela, fiquei dividido entre dar risada das extravagâncias e querer marcar voo. Constance Wu, Henry Golding e uma inspirada Awkwafina seguram a comédia com timing impecável.

    Além de representar a comunidade asiática em Hollywood, o filme revigorou o gênero rom-com, combinando drama familiar com humor de choque cultural. Resultado: a melhor comédia de 2018 e um fenômeno de bilheteria.

    2019 – Fora de Série (Booksmart)

    Olivia Wilde estreou na direção e entregou uma noite caótica na vida de duas amigas CDF que decidem “compensar o tempo perdido” antes da formatura. Kaitlyn Dever e Beanie Feldstein formam uma dupla tão carismática que eu me senti parte da amizade delas, rindo de cada missão fracassada rumo à festa perfeita.

    O roteiro equilibra referências pop, situações absurdas e reflexão sobre pressão acadêmica. No fim da década, Booksmart mostrou que ainda há originalidade no humor sobre adolescência, encerrando os anos 2010 com chave de ouro.

    Revisitar esses títulos deixa claro: a década foi fértil para o gênero e oferece boas opções de maratona para quem lê o 365 Filmes em busca de risadas de qualidade. Entre blockbusters e produções independentes, cada ano teve seu destaque indiscutível, reafirmando o poder de uma boa comédia para conectar plateias do mundo inteiro.

    Filmes
    Matheus Amorim
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    Sou redator especializado em conteúdo de entretenimento para o mercado digital. Desde 2021, produzo análises, dicas e críticas sobre o mundo do entretenimento, com experiência como colunista em sites de referência.

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