Elizabeth Olsen emplacou mais um acerto com Eternity, comédia romântica da A24 que chegou aos cinemas no fim de semana de Ação de Graças e já arrecadou US$ 15,6 milhões ao redor do mundo. A trama coloca a atriz no papel de Joan, uma mulher que, ao morrer, precisa escolher uma única pessoa para passar a eternidade.
O novo longa não apenas agradou o público, mas também prolongou uma curiosa sequência de aprovações da filmografia de Olsen: desde 2016, nenhum filme com a participação da estrela recebeu avaliação negativa dos espectadores no Rotten Tomatoes. O site 365 Filmes acompanha esses números de perto e detalha o impacto desse feito logo abaixo.
Eternity reforça estatísticas impressionantes no Rotten Tomatoes
Eternity, dirigido por David Freyne e escrito por Freyne ao lado de Pat Cunnane, ostenta 91% no Popcornmeter, selo que indica “Verified Hot” no agregador de críticas. A pontuação, obtida com base em resenhas de espectadores verificados, mostra que a maioria absoluta saiu satisfeita da sessão. Do lado da crítica especializada, o Tomatometer marcou 77%, índice sólido para produções do gênero.
Além de Olsen, o elenco principal reúne Miles Teller (Larry, marido de Joan) e Callum Turner (Luke, primeiro amor da protagonista). Com Da’Vine Joy Randolph, John Early, Danny Mac e Olga Merediz no apoio, o filme combina romance, humor e dilemas existenciais em 112 minutos, classificados como PG-13.
O lançamento de 26 de novembro de 2025 manteve a atriz em evidência: agora já são sete produções seguidas com avaliação positiva do público. Antes de Eternity, The Assessment também recebeu 91% no Popcornmeter, enquanto His Three Daughters conquistou 82%. A lista inclui ainda Doctor Strange in the Multiverse of Madness, Avengers: Endgame e Avengers: Infinity War, todos bem recebidos por fãs do Universo Cinematográfico da Marvel.
Sequência positiva se aproxima de marco histórico
Desde Capitão América: Guerra Civil, lançado em 2016, Olsen não sabe o que é amargar rejeição entre os usuários do Rotten Tomatoes. Se o próximo trabalho estiver novamente acima da linha de corte, a atriz completará uma década inteira de notas verdes — façanha rara em Hollywood, especialmente para quem alterna blockbusters e projetos independentes.
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O que sustenta a boa fase de Elizabeth Olsen?
O streak bem-sucedido sugere que o público se conecta à versatilidade da atriz. Seja como a Feiticeira Escarlate em WandaVision, seja em dramas limitados como Love and Death, Olsen transita por diferentes gêneros sem perder o carisma. No cinema, ela passa dos super-heróis a produções intimistas, fator que atrai olhares variados e explica a consistência dos números.
Comparada a nomes em alta como Zendaya, Sydney Sweeney ou Florence Pugh, Olsen costuma manter perfil discreto, mas seus resultados falam alto. O reconhecimento no Rotten Tomatoes, aliado a bilheterias estáveis, indica que seu nome já funciona como selo de confiança para quem busca diversão de qualidade.
Em Eternity, essa tendência se repete: a combinação de roteiro inusitado, dilema emocional forte e química entre o trio central converteu curiosidade em aprovação maciça. Se a maré continuar favorável, Olsen pode se tornar uma das poucas intérpretes contemporâneas a atravessar dez anos de críticas predominantemente positivas — estatística que, por si só, é digna de nota para qualquer cinéfilo atento.
