Wicked: For Good conquistou mais um feito expressivo nas bilheterias norte-americanas. O musical, inspirado no sucesso da Broadway, superou os números de Oppenheimer e entrou para a lista dos 15 maiores faturamentos da história da Universal Pictures nos Estados Unidos.
Com US$ 331,3 milhões arrecadados em apenas seis semanas, a produção deixou para trás o épico de Christopher Nolan, vencedor do Oscar, reforçando o poder de atração da obra, do elenco estrelado e, claro, do hype dos fãs que voltam aos cinemas para sessões repetidas.
Musical atinge US$ 331 milhões e faz história no estúdio
Os dados mais recentes apontam que Wicked: For Good fechou o fim de semana com faturamento total de US$ 4,75 milhões, queda mínima de 2% em relação ao período anterior. Nos cinemas desde o fim de semana de estreia — há pouco mais de um mês — o longa vem mostrando fôlego raro para um título musical.
Mesmo com a redução de 905 salas, exibindo-se agora em 2.008 cinemas, a produção registrou US$ 1,85 milhão na sexta-feira, um salto de 45% em comparação com a sexta anterior. O montante levou o filme à marca de US$ 331,3 milhões e garantiu a 15ª colocação no ranking doméstico da Universal, ultrapassando Oppenheimer.
O poder de Wicked: For Good sobre Oppenheimer
Lançado em 2023, Oppenheimer debutou com críticas praticamente unânimes e dominações em premiações. Globalmente, a cinebiografia se consolidou como um fenômeno, porém, no mercado interno, viu agora o musical tomar a dianteira.
Para analistas do setor, três fatores explicam o sucesso robusto de Wicked: For Good no box office doméstico: o apelo atemporal da história de Oz, as ótimas avaliações do público e a repetição de sessões por fãs. A soma desses aspectos sustenta resultados consistentes e quedas semanais modestas, algo fundamental para a sobrevida de qualquer título nos cinemas.
Elenco estrelado impulsiona interesse
A presença de Ariana Grande como Glinda, Cynthia Erivo como Elphaba e Jonathan Bailey como Fiyero atrai tanto amantes do teatro quanto um público mais amplo, curioso para ver grandes nomes da música e da TV em um espetáculo cinematográfico.
Dividir a trama em dois filmes valeu a pena
Quando a Universal anunciou que a adaptação de Wicked seria dividida em duas partes, parte da comunidade cinéfila se mostrou cética. Os números atuais, porém, provam que o estúdio acertou em cheio. A performance de Wicked: For Good mostra que o público não apenas comprou a ideia, como está disposto a retornar a Oz para acompanhar o desfecho.
Na prática, o sucesso também sinaliza caminhos para futuras franquias musicais: lançar capítulos em datas distintas pode maximizar receita sem cansar o espectador, desde que cada parte entregue valor narrativo próprio.
Imagem: Imagem: Divulgação
Quando chega a próxima visita a Oz?
O estúdio já oficializou que o encerramento da saga nas telonas chegará em 21 de novembro de 2025, com previsão de 137 minutos de duração. A direção segue nas mãos de Jon M. Chu, enquanto Winnie Holzman, Dana Fox e Gregory Maguire assinam o roteiro. Marc Platt e David Stone produzem.
Números que mantêm a magia viva
Confira os principais indicadores de desempenho do musical até agora:
- Arrecadação doméstica total: US$ 331,3 milhões.
- Sexta-feira da 6ª semana: US$ 1,85 milhão (+45%).
- Fim de semana da 6ª semana: US$ 4,75 milhões (-2%).
- Salas em exibição: 2.008 (redução de 905).
- Posição histórica no estúdio: 15ª maior bilheteria doméstica.
Repercussão nas redes e entre os fãs
No X (antigo Twitter), publicações celebrando o marco bateram milhares de curtidas em poucas horas. Vídeos de espectadores emocionados ao final da sessão viralizam no TikTok, apontando que a trilha sonora e a química de Grande e Erivo são os maiores destaques.
Para o site 365 Filmes, que acompanha o desempenho de lançamentos em tempo real, o fenômeno reforça o renascimento dos musicais nos multiplex e abre espaço para novos investimentos do gênero em Hollywood.
Impacto no calendário de premiações
Embora ainda seja cedo para previsões, o desempenho consistente nas bilheterias, aliado a críticas favoráveis, posiciona Wicked: For Good como forte candidato às categorias de produção artística e canções originais nas próximas temporadas de prêmios.
O que vem depois da conquista
Com os resultados acima do esperado, especialistas já discutem se o musical tem fôlego para alcançar o Top 10 doméstico da Universal, meta que exigiria romper a barreira dos US$ 400 milhões. Caso mantenha quedas semanais suaves, essa marca não é descartada.
Até lá, o estúdio se concentra em manter a presença do filme nos cinemas enquanto planeja ações de marketing para impulsionar o lançamento da parte final em 2025. A magia de Oz, ao que tudo indica, continua atraindo plateias de todas as idades.
