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    Traje da Supergirl de Milly Alcock revela diferenças cruciais em relação à versão de Melissa Benoist

    Matheus AmorimPor Matheus Amorimdezembro 12, 2025Nenhum comentário4 Minutos de leitura
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    O primeiro trailer solo da Supergirl de Milly Alcock finalmente trouxe um olhar detalhado sobre o novo uniforme da heroína no DCU. Embora a personagem já tivesse dado as caras ao lado do Superman de James Gunn, o figurino ficara parcialmente escondido por um casaco longo e pouco revelador.

    Agora, com as imagens completas em circulação, tornou-se inevitável comparar o traje de Alcock com o da Supergirl vivida por Melissa Benoist na série do Arrowverse. Detalhes de textura, acabamento e até cintura deixam claro que estamos diante de duas interpretações bem distintas da última filha de Krypton.

    Supergirl de Milly Alcock aposta em visual mais blindado e tom alienígena

    No trailer, a câmera destaca cada centímetro do novo uniforme: ombreiras rígidas, tecido com aparência metálica e um cinto de linhas curvas inspirado diretamente na HQ Woman of Tomorrow. A saia vermelha continua lá – elemento clássico da personagem –, mas o material lembra placas de kevlar, transmitindo sensação de armadura pronta para batalha.

    Essas escolhas fazem sentido considerando o histórico mais sombrio da Supergirl de Milly Alcock. Segundo a base dos quadrinhos usados pela produção, Kara Zor-El testemunhou milhares de kryptonianos agonizarem em um fragmento de seu planeta natal. Essa experiência explica por que o traje, além de funcional, carrega design futurista que dialoga com a proposta de aventura cósmica do filme.

    Outro ponto que salta aos olhos é o tom de azul, mais escuro e com leve iridescência. Esse aspecto reforça o contraste entre Alcock e heroínas anteriores, aproximando o visual de armaduras kryptonianas vistas em produções recentes do estúdio.

    Melissa Benoist priorizou tecido e leveza em seu primeiro uniforme

    Na estreia da série Supergirl, em 2015, a produção liderada por Melissa Benoist apresentou um visual clássico, construído predominantemente em tecido. A saia fluía como parte do tecido principal, e a blusa trazia costuras sutis que realçavam o escudo vermelho e amarelo no peito. Era um traje pensado para um enredo urbano focado em heroísmo inspirador, com doses moderadas de ficção científica.

    A ausência de placas rígidas ou detalhes galácticos atendia perfeitamente à atmosfera do Arrowverse, onde a maioria dos heróis usava figurinos mais “pé no chão”. Além disso, a leveza do conjunto favorecia a fotografia de voos em alta velocidade, recurso visual recorrente na série.

    Principais diferenças entre os dois uniformes

    Alguns elementos são comuns: ambas as Supergirls abandonam a calça usada por Sasha Calle em The Flash e mantêm a saia, símbolo icônico da personagem. Entretanto, a versão de Alcock investe em:

    Traje da Supergirl de Milly Alcock revela diferenças cruciais em relação à versão de Melissa Benoist - Imagem do artigo original

    Imagem: Imagem: Divulgação

    • Textura metálica no tecido, sugerindo proteção extra.
    • Cinto alienígena com formas assimétricas, alinhado à estética espacial.
    • Tonalidade azul mais profunda, quase aço, que reforça a seriedade da narrativa.

    Já o figurino de Benoist se destaca por:

    • Tecido 100% flexível, ideal para acrobacias televisivas.
    • Cores primárias mais vivas, remetendo aos quadrinhos clássicos.
    • Cut-out tradicional no tronco, usado como referência direta à Era de Ouro.

    Essas diferenças, embora sutis aos olhos menos atentos, sinalizam visões de mundo distintas para cada encarnação da heroína. A Supergirl de Milly Alcock precisa estar pronta para confrontos espaciais de larga escala, enquanto a de Benoist surgiu para inspirar esperança em um contexto mais terrestre.

    Detalhes da produção também reforçam essa disparidade. O longa, previsto para 26 de junho de 2026, conta com direção de Craig Gillespie e roteiro assinado por Ana Nogueira a partir de material criado por Otto Binder, Tom King e Al Plastino. No elenco, além de Alcock, surgem Matthias Schoenaerts como Krem of the Yellow Hills, Eve Ridley como Ruthye Mary Knolle e Jason Momoa interpretando o caçador de recompensas Lobo.

    Para fãs de cultura pop que acompanham o 365 Filmes, vale observar que a DC optou por manter a tradição do emblema “S” exibido sobrepondo as novas texturas. Portanto, mesmo com um toque mais robusto, a identidade visual permanece inconfundível, garantindo continuidade entre as diferentes versões já vistas no cinema e na TV.

    Com as gravações programadas para avançar ainda este ano, o estúdio deve liberar novos materiais promocionais nos próximos meses. Até lá, o debate sobre qual traje se sai melhor — o tático de Alcock ou o clássico de Benoist — segue alimentando comparações apaixonadas entre dois públicos igualmente dedicados à Guardiã de National City.

    Este conteúdo foi publicado originalmente no 365Filmes. A reprodução total ou parcial é permitida apenas mediante a citação da fonte, com link direto (dofollow) para o artigo original, garantindo a correta atribuição de autoria e a credibilidade da informação.

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    Sou Matheus Amorim Paixão, redator, crítico e fundador do 365Filmes (CNPJ: 48.363.896/0001-08). Com trajetória consolidada no mercado digital desde 2021, especializei-me em crítica cinematográfica e análise de tendências no streaming. Minha autoridade foi construída através de passagens por portais de referência como Cultura Genial, TechShake e MasterDica, onde desenvolvi um rigor técnico voltado à curadoria estratégica e experiência do espectador. No 365 Filmes, meu compromisso é entregar análises fundamentadas e honestidade intelectual, conectando audiências às melhores narrativas da sétima arte.

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