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    Cinema

    Taylor Sheridan volta ao cinema como roteirista do filme Call of Duty, mas fãs queriam vê-lo na direção

    Matheus AmorimPor Matheus Amorimnovembro 5, 2025Nenhum comentário5 Minutos de leitura
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    O anúncio de que Taylor Sheridan coescreverá o filme Call of Duty empolgou o mercado, já que o criador de Yellowstone virou sinônimo de histórias intensas.
    Ainda assim, parte do público ficou desapontada: o roteirista não assumirá a direção, cargo entregue a Peter Berg.
    A combinação de um roteirista premiado e um diretor experiente promete ação de sobra, mas levanta a dúvida sobre o que Sheridan faria se estivesse atrás das câmeras.

    O projeto marca o retorno de Sheridan aos longas após anos dedicado à TV, e reforça a tentativa de Hollywood de adaptar grandes jogos com qualidade.
    Para fãs de cinema de ação, a novidade é bem-vinda; para quem acompanha a carreira do texano, fica a sensação de que ele poderia entregar algo ainda mais potente se comandasse o set.
    A seguir, confira tudo que já se sabe sobre a produção, prevista para chegar aos cinemas em 2025.

    Quem está por trás do novo filme Call of Duty

    Confirmado pela Paramount em parceria com a Activision, o filme Call of Duty terá produção assinada por Peter Berg, Taylor Sheridan e David Glasser.
    Berg, conhecido por “O Grande Herói” (Lone Survivor), assume a direção, enquanto Sheridan divide o roteiro com ele.

    É uma combinação incomum para adaptações de videogame, segmento historicamente criticado por resultados aquém do esperado.
    Com Sheridan responsável por “Sicario” e “A Qualquer Custo” (Hell or High Water), a expectativa é de um enredo focado em personagens e diálogos afiados, elementos que podem elevar a narrativa militar típica da franquia.

    Por que fãs queriam Taylor Sheridan na direção

    Apesar do currículo sólido de Berg, admiradores de Sheridan lembram que o roteirista também já dirigiu três longas, incluindo o elogiado “Wind River”.
    Nesse thriller neo-western, as cenas de ação surgem naturalmente da trama, algo que muitos gostariam de ver traduzido para o universo tático de Call of Duty.

    Além disso, Sheridan mostrou capacidade de orquestrar sequências intensas em “Those Who Wish Me Dead”, considerado por parte da crítica um dos thrillers mais subestimados dos últimos anos.
    Seu olhar para a tensão dramática associada a conflitos armados faz imaginar um blockbuster de guerra menos genérico e mais visceral.

    Agenda lotada impede retorno imediato à direção

    Hoje, Sheridan comanda um verdadeiro império televisivo, liderando séries como Yellowstone, 1883, 1923, Tulsa King e Lioness.
    Com tantos compromissos, a chance de ele encarar novamente a direção de um filme parece distante, embora roteiros seus continuem chegando às telonas.

    Abordagem e possibilidades de enredo

    Até o momento, não foi divulgado se o filme Call of Duty seguirá tramas já vistas nos jogos ou apresentará história original.
    Como Sheridan não é conhecido como gamer, especula-se que o roteiro opte por personagens inéditos, preservando apenas o pano de fundo militar que tornou a franquia famosa.

    Peter Berg, por sua vez, tem experiência em retratar unidades de elite no cinema, como provado em “O Grande Herói” e “22 Milhas”.
    A união dos dois criadores pode render um equilíbrio entre realismo tático e drama humano, ponto crucial para diferenciar a produção de outros títulos do gênero bélico.

    Taylor Sheridan volta ao cinema como roteirista do filme Call of Duty, mas fãs queriam vê-lo na direção - Imagem do artigo original

    Imagem: Imagem: Divulgação

    Orçamento e janela de lançamento

    Fontes internas indicam que o projeto pode ultrapassar US$ 100 milhões, valor compatível com blockbusters de ação de grande escala.
    A estreia está prevista para 2025, mas pode variar conforme o cronograma de filmagens e a agenda dos envolvidos.

    Retrospecto de adaptações de games em Hollywood

    Historicamente, o cinema enfrentou dificuldades para transformar videogames em sucessos de crítica e bilheteria.
    Títulos recentes, como “Sonic” e “The Last of Us” (série), mostraram que isso começa a mudar, e o filme Call of Duty surge como tentativa de manter essa maré positiva.

    A diferença, agora, é contar com nomes de peso desde o início do desenvolvimento, evitando o distanciamento entre o material-fonte e a visão criativa.
    Para a Activision, que esperou anos antes de autorizar a adaptação, a cautela se justifica: proteger uma das maiores franquias de tiro em primeira pessoa do mundo é prioridade.

    O que esperar daqui para frente

    Com pré-produção avançando, novidades sobre elenco, locações e cronograma devem surgir nos próximos meses.
    Sheridan costuma focar em protagonistas complexos, enquanto Berg privilegia cenas de ação cruas; a mistura pode resultar em um filme de guerra que agrade tanto fãs dos jogos quanto cinéfilos.

    Para o site 365 Filmes, que acompanha de perto lançamentos de Hollywood, vale ficar de olho nas próximas entrevistas dos realizadores.
    Seja qual for o resultado, a simples presença de Taylor Sheridan já diferencia o filme Call of Duty de outras tentativas menos ambiciosas de adaptar games para o cinema.

    Resumo final

    • Taylor Sheridan e Peter Berg coescrevem o filme Call of Duty, com Berg dirigindo.
    • Produção é da Paramount em parceria com a Activision; lançamento previsto para 2025.
    • Fãs lamentam que Sheridan não assuma a direção, lembrando de trabalhos como “Wind River” e “Those Who Wish Me Dead”.
    • Enredo ainda em sigilo; orçamento estimado acima de US$ 100 milhões.
    • Expectativa é de equilibrar ação realista, profundidade de personagens e fidelidade ao espírito da franquia.

    Este conteúdo foi publicado originalmente no 365Filmes. A reprodução total ou parcial é permitida apenas mediante a citação da fonte, com link direto (dofollow) para o artigo original, garantindo a correta atribuição de autoria e a credibilidade da informação.

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    Sou Matheus Amorim e dedico meus dias a decifrar as narrativas que moldam o mercado digital. Minha escrita é guiada pelo rigor técnico, mas sempre com foco na experiência de quem assiste. Com passagens por portais de referência como o G1, Cultura Genial e MasterDica, aprendi que a verdadeira autoridade se constrói com honestidade intelectual e zero clichês. Desde 2021, meu compromisso é um só: entregar críticas fundamentadas e uma curadoria que você não encontra em qualquer lugar.

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