Robert Pattinson está prestes a virar o jogo em Hollywood. Conhecido por galãs como Edward, de Crepúsculo, e por heróis complexos, como o Batman de 2022, o ator agora prepara um passo ousado na carreira.
Em 2026, ele colocará a capa de vilão em dois dos filmes mais esperados do ano: The Odyssey, de Christopher Nolan, e Dune: Part Three, de Denis Villeneuve. A mudança promete redesenhar sua imagem na indústria e deixar o público curioso sobre essa nova faceta.
Um ano decisivo para Robert Pattinson vilão
O calendário de 2026 reserva três estreias cinematográficas para o britânico. A primeira chega em 3 de abril: The Drama, com direção de Kristoffer Borgli e parceria com Zendaya, deve misturar romance e comédia, mantendo a veia “indie estranho” que Pattinson cultiva desde 2012.
As outras duas produções, porém, marcam sua estreia oficial como antagonista: em 17 de julho, The Odyssey o coloca frente a frente a Tom Holland; já em 18 de dezembro, Dune: Part Three traz Pattinson em rota de colisão com Timothée Chalamet. Duas datas, dois grandes épicos e a mesma missão: fazer o público odiá-lo.
Aposta de Hollywood nos papéis de vilão
Cenas memoráveis de tensão, discursos venenosos e planos mirabolantes tendem a dominar a tela quando um bom vilão surge. Para o ator, é a chance de provar versatilidade diante das câmeras, saindo da zona de conforto do mocinho atormentado e mergulhando em personagens moralmente sombrios.
Antinous: o rival número 1 de Odisseu
Em The Odyssey, Robert Pattinson vilão dá vida a Antinous, líder dos pretendentes que invadem a casa de Penélope durante a ausência de Odisseu. Nos versos de Homero, Antinous humilha servos, consome os estoques da família e trama eliminar Telêmaco, vivido por Tom Holland.
Se Christopher Nolan permanecer fiel ao poema épico, o público de 365 Filmes verá Pattinson em cenas de pura arrogância, abusando do poder e testando a paciência de qualquer herói. A expectativa é que cada ato vilanesco crie tensão acumulada até o retorno de Odisseu, interpretado por Matt Damon.
Tom Holland entre o herói e o vilão
A dinâmica Pattinson versus Holland chama atenção pela disputa geracional. Enquanto Holland representa o jovem herdeiro Telêmaco, Pattinson encarna o usurpador que tenta apagar a linhagem legítima. O choque de energias pode render um duelo de atuações que alimenta a narrativa clássica com frescor contemporâneo.
Scytale: o rosto mutável de Dune: Part Three
Embora o estúdio ainda não tenha confirmado oficialmente, o próprio Pattinson adiantou que seu papel em Dune: Part Three será de antagonista. Relatos de bastidores apontam para Scytale, um Face Dancer capaz de copiar corpo e mente de qualquer pessoa, ponto central da conspiração para assassinar o Imperador Paul Atreides.
No romance Dune Messiah, que inspira o terceiro filme, Scytale manipula integrantes de várias Casas e aciona uma rede de traições. Ao assumir o posto, Pattinson pode alternar suavidade e crueldade em segundos, recurso perfeito para exibir camadas de um vilão camaleônico.
Timothée Chalamet na mira do novo antagonista
Se Pattinson for mesmo Scytale, a química com Timothée Chalamet deve ser intensa. Paul, agora no trono há doze anos, enfrenta ameaças de todos os lados. O Face Dancer surge como agente infiltrado, conduzindo o golpe que tenta derrubar o império. Cada encontro entre o soberano e o imitador promete diálogos carregados de tensão e jogo de máscaras.
Imagem: Imagem: Divulgação
Como esses papéis podem redefinir a carreira de Robert Pattinson
Depois de anos equilibrando filmes independentes e grandes franquias, Robert Pattinson vilão pode inaugurar uma fase ainda mais ousada. A escolha de antagonistas em superproduções reforça sua imagem de ator disposto a correr riscos e desafiar expectativas.
Além disso, contracenar contra dois dos heróis mais queridos da geração — Tom Holland e Timothée Chalamet — coloca Pattinson no centro das atenções. Caso suas atuações atraiam aplausos, ele poderá reivindicar novos espaços em thrillers, ficções científicas e até novelas televisivas, nicho de grande apelo entre fãs de histórias dramáticas.
Impacto na percepção do público
Durante anos, Pattinson lutou contra o rótulo de símbolo teen herdado de Crepúsculo. Ao abraçar figuras sombrias, ele desfaz a associação com mocinhos românticos e consolida um repertório mais amplificado. Para quem acompanha novelas, doramas e dramas densos, personagens complexos são convite à empatia — ou repulsa — intensas, o que amplia o engajamento.
O que esperar dos lançamentos de 2026
Com agenda lotada, 2026 será um prato cheio para cinéfilos que acompanham sagas épicas. Entre Olimpíadas, eleições e estreias, públicos de todos os continentes poderão comprovar como Robert Pattinson vilão se comporta em histórias de alta tensão.
The Odyssey surge como aventura de verão, combinando mitologia grega, ação e drama familiar. Já Dune: Part Three encerra a trilogia de Denis Villeneuve com intrigas políticas, deserto e misticismo. Dois universos distantes, unidos pelo mesmo rosto disposto a fazer o mal.
Agenda de estreias
17 de julho de 2026 – The Odyssey
18 de dezembro de 2026 – Dune: Part Three
Entre elas, 3 de abril de 2026 marca a estreia de The Drama, que deve trazer um Pattinson diferente, renovando a versatilidade do ator.
No fim das contas, 2026 deve ser lembrado como o ano em que Robert Pattinson virou a chave e assumiu o lado sombrio do cinema. Quem estiver antenado em 365 Filmes pode esperar emoções fortes e atuações que prometem entrar para a história recente de Hollywood.
