James Gunn assumiu o leme do Universo DC e, com isso, uma porta se abre para repaginar rostos já conhecidos do antigo Snyderverse. Embora a visão de Zack Snyder tenha rendido momentos épicos, vários arcos ficaram inacabados, despertando a curiosidade do público.
Pensando nisso, o site 365 Filmes relembra nove personagens deixados em segundo plano que podem ganhar nova vida na fase moderna do DCU. Confira abaixo como cada um deles pode ser resgatado sem perder a essência.
Cyborg
No corte teatral de 2017, Victor Stone teve cenas reduzidas, perdendo espaço na trama. Em 2021, a versão de Zack Snyder devolveu profundidade ao herói, explorando luto, identidade e tecnologia. No DCU, o personagem pode retomar o papel de coração do grupo, talvez até como membro dos Titãs, refletindo sua posição atual nos quadrinhos.
Ao aprofundar seu conflito entre humanidade e máquina, a narrativa ainda pode discutir temas contemporâneos, como ética em IA e inclusão. Com um novo intérprete, Cyborg pode finalmente ocupar o centro de uma história solo ou integrar equipes com destaque merecido.
Flash
O Barry Allen de Ezra Miller conquistou alguns fãs, mas a repercussão negativa fora das telas e a recepção morna de The Flash (2023) pesaram. Um reboot completo permitiria manter o carisma e a leveza do velocista, livrando-se de polêmicas e aproximando-se do espírito otimista visto na série da CW.
Uma abordagem alinhada ao estilo “mistério científico” pode explorar melhor viagens no tempo e multiversos, temas populares que combinam com a super-velocidade. Assim, o Flash pode correr rumo a um futuro mais estável no cinema.
Caçador de Marte
J’onn J’onzz apareceu brevemente em Zack Snyder’s Justice League, aconselhando Lois Lane disfarçado e alertando Batman sobre ameaças cósmicas. Porém, nunca entrou em ação de fato. No DCU, o marciano tem potencial para liderar tramas interplanetárias, unindo estratégia e poder de metamorfose.
Além de grande poder, o personagem pode funcionar como elo entre heróis terrestres e aventuras espaciais, algo que James Gunn já demonstrou dominar em outras franquias.
Ryan Choi, o Átomo
Introduzido no laboratório de STAR Labs, Ryan Choi foi promovido a diretor de nanotecnologia no final do Snyder Cut, sugerindo sua evolução para o Átomo. Infelizmente, a ideia nunca avançou na tela grande.
Com habilidade de encolher ao nível subatômico, Choi traria criatividade visual e humor científico ao DCU. Ele ainda pode dividir foco com seu mentor Ray Palmer em aparições futuras, ampliando o leque de heróis “cientistas” na franquia.
Comissário Gordon
J.K. Simmons impressionou como Jim Gordon, mas teve pouco tempo de cena. A vindoura produção The Brave and the Bold, que introduzirá Batman e Robin no DCU, é o local ideal para retomar o personagem.

Imagem: Imagem: Divulgação
Simmons poderia retornar, assim como fez no MCU com J. Jonah Jameson, oferecendo continuidade aos fãs. Caso a escolha seja um novo ator, ainda assim o comissário precisa de participação robusta para mostrar a complexa política de Gotham.
Exterminador
A rápida aparição de Deathstroke, vivido por Joe Manganiello, prometia um embate lendário com Batman e, depois, uma improvável aliança no futuro apocalíptico Knightmare. Essa promessa foi engavetada.
Slade Wilson tem potencial para séries ou filmes, seja como antagonista principal ou anti-herói. Seu arsenal high-tech e táticas de mercenário combinam com o tom dinâmico que Gunn costuma imprimir.
Coringa
O Coringa de Jared Leto dividiu opiniões em Esquadrão Suicida, mas ganhou contornos mais sinistros na cena estendida do Snyder Cut. Mesmo assim, faltou tempo para evolução.
Um novo intérprete pode reformular o Palhaço do Crime, equilibrando caos e profundidade psicológica. A presença do vilão é quase obrigatória em futuras tramas de Gotham, desde que o roteiro traga camadas inéditas e respeite o legado do personagem.
Maxwell Lord
Pedro Pascal brilhou como Maxwell Lord ambientado nos anos 1980 de Mulher-Maravilha 1984, mas a estética retrô limita a continuidade. O DCU já sinaliza nova abordagem: versões recentes do empresário apareceram em Superman (2025) e na segunda temporada de Peacemaker.
Como financiador de super-equipes, Lord pode ser reintroduzido aos poucos, evoluindo de benfeitor a antagonista manipulador, conforme nos quadrinhos. Essa construção gradual cria tensão política e corporativa, elementos valorizados em narrativas contemporâneas.
Lanterna Verde (John Stewart)
Zack Snyder chegou a filmar cenas com Wayne T. Carr como John Stewart, mas o material jamais chegou aos cinemas. Agora, a série Lanterns do DCU promete corrigir o rumo, escalando Aaron Pierre para viver o novato Stewart ao lado do veterano Hal Jordan, interpretado por Kyle Chandler.
A dinâmica “parceiros em investigação” deve aprofundar o lado policial cósmico da Tropa dos Lanternas. Para os fãs que esperam essa adaptação há décadas, a produção representa a tão pedida redenção do herói verde.
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