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32 séries imperdíveis para maratonar agora na HBO Max

Por Thaís Amorim9 Minutos de leitura

A HBO construiu sua reputação apostando em narrativas ousadas, elenco de alto calibre e direção sem concessões. Mesmo depois de tantas mudanças corporativas, o selo segue sinônimo de qualidade.

Para ajudar quem procura as melhores séries da HBO Max, o 365 Filmes reuniu 32 produções que merecem entrar no seu radar. A lista passa por dramas consagrados, comédias ácidas e novidades que já chegaram premiadas.

Oz (1997-2003)

Primeiro drama de uma hora totalmente original do canal, Oz trouxe violência gráfica e sexo explícito que chocaram nos anos 90. O criador Tom Fontana monta um mosaico de detentos no bloco experimental “Em City”, explorando poder, fé e sobrevivência.

Ernie Hudson e Terry Kinney lideram um elenco arrebatador, enquanto diretores como Alex Zakrzewski mantêm a câmera colada na brutalidade do presídio. Para quem quer algo mais sombrio que Orange Is the New Black, esta é uma escolha natural.

I Love LA (2025-presente)

Rachel Sennott e Odessa A’zion representam a geração influencer em uma comédia que já desponta entre as melhores séries da HBO Max. A criadora Emma Barr completa o retrato de jovens quebrados, mas ainda assim ambiciosos, vivendo de permutas e likes.

O roteiro recusa estereótipos fáceis, oferecendo piadas rápidas e momentos de vulnerabilidade genuína. A direção ágil de Hannah Marks dá ritmo, enquanto o elenco entrosado prova que a fórmula Girls ainda rende excelentes frutos.

The Righteous Gemstones (2019-2025)

Danny McBride comanda esta sátira sobre televangelistas que finalizou a quarta temporada com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. A mistura de palhaçada e emoção garante episódios memoráveis.

Walton Goggins rouba a cena como o hilário Baby Billy, enquanto os roteiros equilibram crítica social e afeto familiar. Entre as melhores séries da HBO Max para quem busca humor ácido.

Sex and the City (1998-2004)

Carrie, Charlotte, Miranda e Samantha mostraram que tramas femininas podiam ocupar o horário nobre do prestígio. Os roteiros de Darren Star debatem sexo e relacionamentos sem filtros, algo raro na época.

Sarah Jessica Parker lidera o quarteto com charme, e a direção de Michael Patrick King dá tom cosmopolita a Nova York. Mesmo décadas depois, a série segue relevante em debates sobre representação feminina.

IT: Welcome to Derry (2025-presente)

Andy e Barbara Muschietti retornam ao universo de Stephen King para explorar a origem de Pennywise. Bill Skarsgård reprisa o palhaço, mantendo a coerência visual com os filmes.

A série expande a mitologia de Derry, investindo em suspense psicológico e efeitos práticos caprichados. Um prato cheio para fãs de terror e curiosos por mais história entre as melhores séries da HBO Max.

Rick and Morty (2013-presente)

A animação adulta criada por Dan Harmon e Justin Roiland equilibra filosofia existencial e piadas escatológicas. Cada salto dimensional amplia o escopo, mas sem perder o foco nos protagonistas.

A sequência de abertura repleta de easter eggs é celebrada como uma das mais criativas da TV. Quem procura humor inteligente aliado a ciência maluca encontra aqui diversão garantida.

The Sopranos (1999-2007)

James Gandolfini entrega uma aula de atuação como Tony Soprano, mafioso que divide o tempo entre a terapia e o crime. David Chase subverte o gênero ao humanizar a violência.

A montagem paralela entre reunião familiar e execuções cruéis torna o público cúmplice de uma ética nebulosa. Indispensável em qualquer lista de melhores séries da HBO Max.

Hacks (2021-presente)

Jean Smart domina a cena como Deborah Vance, lenda da comédia em Las Vegas que contrata a roteirista Gen Z Ava (Hannah Einbinder). A dupla transita de rivalidade a cumplicidade com timing perfeito.

Os criadores Lucia Aniello, Paul W. Downs e Jen Statsky investem em diálogos afiados e desenvolvimento emocional, ganhando Emmy e elogios unânimes.

The West Wing (1999-2006)

Diálogos metralhados de Aaron Sorkin transformam política em entretenimento viciante. Martin Sheen vive o presidente Jed Bartlet concebido como idealista, algo raro em dramas de Washington.

Diretores como Thomas Schlamme popularizaram o “walk and talk”, técnica que injeta dinamismo aos corredores da Casa Branca. Ótima pedida para revisitar esperança na esfera pública.

The Newsroom (2012-2014)

Também de Sorkin, a série mostra uma redação cobrindo fatos reais do passado recente. Jeff Daniels brilha no monólogo viral do piloto e conduz o drama sobre ética jornalística.

A montagem intercala bastidores frenéticos e debates morais, capturando a tensão de noticiar em tempo real.

Friends (1994-2004)

Mesmo disponível em vários streamings, a sitcom ganha vida nova na HBO Max. O sexteto tem química inigualável e piadas que atravessam gerações.

David Crane e Marta Kauffman criaram personagens específicos o suficiente para se tornarem universais. Um conforto imediato para qualquer espectador.

Six Feet Under (2001-2005)

Alan Ball usa uma funerária familiar para falar sobre a vida. O formato “morte da semana” se mistura a toques de surrealismo, resultando em drama único.

Peter Krause e Michael C. Hall lideram elenco preciso, enquanto a série entrega um dos finais mais celebrados da televisão.

White House Plumbers (2023)

Woody Harrelson e Justin Theroux incorporam, com pitadas de farsa, dois responsáveis pelo escândalo Watergate. A minissérie equilibra humor e gravidade histórica.

David Mandel dirige os cinco episódios, apostando em ritmo acelerado e reconstituições de época detalhadas.

Euphoria (2019-presente)

Zendaya entrega intensidade rara como Rue, jovem lidando com dependência química. Sam Levinson investe em fotografia chamativa e trilha pulsante.

A terceira temporada chega em abril de 2026, prometendo aprofundar ainda mais o impacto das escolhas de Rue entre as melhores séries da HBO Max.

Barry (2018-2023)

Bill Hader cria, dirige e protagoniza a história do assassino de aluguel que sonha com a atuação. A contradição gera humor negro e reflexões sobre identidade.

Henry Winkler e Sarah Goldberg completam o elenco com performances premiadas, garantindo tensão constante até o último frame.

Heated Rivalry (2025-presente)

Adaptação canadense de romances populares, o drama mostra rivais de hóquei que se apaixonam. Hudson Williams e Connor Storrie demonstram química que extrapola o nicho romântico.

Os roteiros subvertem clichés esportivos e entregam diálogos sinceros, atraindo público além da base de fãs original.

32 séries imperdíveis para maratonar agora na HBO Max - Imagem do artigo original

Imagem: Kenny Laubbacher/HBO

The Wire (2002-2008)

David Simon aplica olhar jornalístico à Baltimore, retratando polícia, traficantes, imprensa e escolas. O realismo é tanto que a série virou referência acadêmica.

Dominic West interpreta o detetive McNulty, mas o verdadeiro protagonista é a cidade, filmada com fria objetividade.

The Pitt (2025-presente)

Vencedora de vários Emmys de 2025, a série médica acontece em tempo real durante um plantão de 15 horas. Noah Wyle retorna ao gênero hospitalar com autoridade.

A dinâmica frenética faz o público sentir o cansaço dos médicos no Pittsburgh Trauma Medical Center. A segunda temporada estreia em 8 de janeiro.

The Leftovers (2014-2017)

Damon Lindelof e Tom Perrotta investigam o luto após 2% da população sumir de repente. Justin Theroux conduz o elenco em jornada espiritual cheia de mistérios.

A série é lembrada por um dos finais mais consensualmente elogiados da TV recente, justificando seu status entre as melhores séries da HBO Max.

Game of Thrones (2011-2019)

A adaptação dos livros de George R. R. Martin conquistou público global com tramas políticas e batalhas épicas. Lena Headey, Peter Dinklage e companhia tornaram Westeros crível.

Um segundo prelúdio, A Knight of the Seven Kingdoms, estreia este ano, provando que o fenômeno ainda respira forte.

Big Little Lies (2017-presente)

Nicole Kidman, Reese Witherspoon e Shailene Woodley exploram segredos na comunidade de Monterey. Jean-Marc Vallée imprime estética lírica aos dramas maternos.

Originalmente minissérie, o sucesso levou à produção da terceira temporada, atualmente em desenvolvimento.

Deadwood (2004-2006)

David Milch recria a Dakota do Sul de 1870 com linguagem poética e muita lama. Timothy Olyphant e Ian McShane duelam em performances antológicas.

A fusão de rigor histórico e diálogos quase shakespearianos faz da série um faroeste diferenciado.

Avenue 5 (2020-2022)

Comédia espacial de Armando Iannucci coloca Hugh Laurie comandando um cruzeiro interestelar que se perde no espaço. A burocracia vira piada constante.

O elenco, que inclui Zach Woods, se diverte com personagens incompetentes em situações absurdas.

The Last of Us (2023-presente)

Craig Mazin adapta o jogo da Naughty Dog focando no vínculo entre Joel e Ellie. Pedro Pascal e Bella Ramsey entregam química que sustenta o drama pós-apocalíptico.

Com a morte de Joel na segunda temporada, a série se volta ao ciclo de vingança de Ellie, que continuará no terceiro ano.

True Detective (2014-presente)

Antologia de Nic Pizzolatto onde cada temporada traz novos detetives e mistérios densos. Matthew McConaughey e Woody Harrelson definiram o tom na estreia.

A fotografia sombria e monólogos filosóficos continuam marca registrada, mesmo com elencos diferentes.

The Rehearsal (2022-presente)

Nathan Fielder investe verba para recriar cenários gigantescos e ajudar pessoas a “ensaiar” momentos decisivos. O resultado mistura documental e comédia desconfortável.

Com orçamento maior, a segunda temporada elevou o surrealismo a níveis ainda mais fascinantes.

True Blood (2008-2014)

Alan Ball adapta a saga de Charlaine Harris, misturando vampiros, lobisomens e até fadas em uma Louisiana sensual. Anna Paquin conduz a trama como Sookie Stackhouse.

Apesar do excesso de criaturas, a série permaneceu ancorada em emoções humanas e crítica social.

Sharp Objects (2018)

Amy Adams vive jornalista que retorna à cidade natal para cobrir assassinatos de adolescentes. Jean-Marc Vallée dirige todos os episódios, mergulhando em atmosfera depressiva.

A minissérie adapta Gillian Flynn com fidelidade, conectando traumas familiares ao suspense criminal.

The White Lotus (2021-presente)

Mike White cria sátira de luxo onde hóspedes privilegiados se envolvem em morte misteriosa. Cada temporada troca de resort, mas mantém a crítica à elite.

O elenco rotativo, que já contou com Jennifer Coolidge e Aubrey Plaza, reforça a tensão entre futilidade e perigo.

Mad Men (2007-2015)

Matthew Weiner investiga os anos 60 através da publicidade. Jon Hamm encarna Don Draper, executivo carismático e contraditório.

A recriação de época detalhada e o subtexto sobre identidade fazem da série estudo de personagem complexo.

Somebody Somewhere (2022-2024)

Bridget Everett e Jeff Hiller transformam cotidiano do Kansas em poesia simples. A comédia dramática valoriza vitórias pequenas e dores reais.

A produção encerrou em tom agridoce, mas deixou legado de autenticidade que merece descoberta.

Succession (2018-2023)

Kieran Culkin, Jeremy Strong e Sarah Snook disputam o império midiático do pai. Jesse Armstrong escreve diálogos cortantes que equilibram comédia e tragédia corporativa.

A série encerrou sem respostas fáceis, mas consolidou-se entre as melhores séries da HBO Max graças a atuações de fôlego e direção elegante.

Thaís Amorim

Sou Thais dos Santos Amorim, redatora profissional e co-fundadora do portal 365 Filmes. Formada em Marketing, especializei-me na criação de conteúdos estratégicos e curadoria de entretenimento, unindo a análise crítica de séries e filmes às melhores práticas de comunicação digital. Com uma trajetória de mais de 5 anos no mercado, consolidei minha experiência editorial no portal MasterDica, onde desenvolvi um olhar apurado para as tendências do streaming e comportamento da audiência. No 365 Filmes, atuo na intersecção entre a técnica narrativa e a experiência do usuário, garantindo informações de alta relevância e credibilidade para o público cinéfilo.

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