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    De “Rebellion” a “Gangs of London”: quem realmente chegou perto de ser o novo Peaky Blinders

    Thaís AmorimPor Thaís Amorimjaneiro 25, 2026Nenhum comentário6 Minutos de leitura
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    Desde que Tommy Shelby acendeu o primeiro cigarro na Birmingham pós-Primeira Guerra, produtores de todo o mundo tentam capturar a mesma mistura de violência estilizada, drama familiar e estética sombria que fez de Peaky Blinders um fenômeno global. Poucos conseguiram repetir a fórmula, mas o caminho deixou ótimas performances e decisões criativas curiosas pelo trajeto.

    Nesta análise, o 365 Filmes revisita dez produções que almejaram ocupar o trono deixado pelo clã Shelby. O foco recai sobre o trabalho dos elencos, a assinatura de diretores e roteiristas e o quanto cada título se aproximou da intensidade visual e narrativa que consagrou a obra de Steven Knight.

    O peso do legado: por que todo mundo quer ser a próxima Peaky Blinders

    Poucas séries modernas combinaram interpretação e direção com tanta personalidade. Cillian Murphy transformou Tommy Shelby em sinônimo de líder frio, enquanto nomes como Otto Bathurst e Colm McCarthy impuseram um ritmo quase musical às câmeras ligeiramente inclinadas, luzes baixas e trilha de rock alternativo.

    Essa soma de estética, construção de personagem e roteiro enxuto virou referência para qualquer produção de crime de época. A consequência é um desfile de novos projetos tentando replicar a mesma eletricidade — alguns mirando o suspense político, outros investindo na dinâmica familiar que fez de Polly Gray uma lenda. O resultado é irregular, mas gera um mosaico que vale ser explorado por quem busca séries parecidas com Peaky Blinders.

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    Primeiras investidas: Rebellion, Animal Kingdom e Taboo

    Rebellion (2016) entrou no catálogo da Netflix dramatizando o Levante da Páscoa de 1916. Ainda que o recorte histórico seja distinto, a atmosfera é tão carregada quanto a das vielas de Small Heath. A minissérie ganha pontos pelo elenco repleto de veteranos de Peaky Blinders — Natasha O’Keeffe, Charlie Murphy e Barry Keoghan dividem a tela com a mesma ferocidade que exibiam ao lado dos Shelbys. A criação de Colin Teevan, porém, vacila no ritmo, deixando a impressão de que faltou a mão firme de um Steven Knight para amarrar as subtramas.

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    Na costa oposta do Atlântico, Animal Kingdom (2016-2022) atualizou o conceito para o sul da Califórnia contemporânea. Finn Cole — o Michael Gray de Peaky — assume o papel de J Cody, garoto engolido pela ambição criminosa da matriarca Smurf. A série se destaca ao inverter o clima de época e investir em cortes frenéticos, mas mantém o estudo de personagem como motor. Shawn Hatosy e Ellen Barkin cravam atuações que sustentam seis temporadas, mesmo com arcos às vezes prolongados. Afinal, finais de séries podem dividir fãs e crítica, como analisamos em 5 finais de séries que dividiram fãs e crítica.

    Entre essas duas obras, Taboo (2017) surge como o filho legítimo de Knight. Com Tom Hardy em modo bruto, a trama explora uma Londres de 1814 tomada por complôs mercantis. A fotografia enevoada e a trilha percussiva embrulham o espectador em um pesadelo quase shakespeariano. O texto permanece econômico, mas Hardy insere grunhidos e olhares que dispensam diálogos, mostrando por que a parceria com o criador de Peaky Blinders é tão frutífera.

    Familiares em ascensão e queda: Bad Blood, Warrior e Godfather of Harlem

    Bad Blood (2017-2018) talvez seja a produção que mais entendeu o apelo da jornada familiar rumo ao poder. Kim Coates interpreta Declan Gardiner com charme gélido, rivalizando com o magnetismo de Murphy. A série canadense ainda esbanja reviravoltas cruas, iluminação naturalista e cenários de inverno que ampliam o desconforto. Ao encerrar a história em duas temporadas, o showrunner Simon Barry evitou o desgaste que acomete algumas séries originais da Netflix, assunto já abordado em Três séries originais da Netflix que parecem não ter data para acabar.

    Se a proposta for ação corporal, Warrior (2019-2023) assume a dianteira. Produzida pela filha de Bruce Lee, a série recria as Tong Wars de São Francisco com coreografias que lembram faroestes de pistolas trocadas por facões. Andrew Koji vive Ah Sahm com precisão atlética, enquanto Joe Taslim adiciona gravidade às lutas. A direção alterna planos longos em becos claustrofóbicos e movimentos de câmera que destacam cada impacto — virtude que ajuda a compensar a repetição temática nas últimas temporadas.

    De “Rebellion” a “Gangs of London”: quem realmente chegou perto de ser o novo Peaky Blinders - Imagem do artigo original

    Imagem: Imagem: Divulgação

    Já Godfather of Harlem (2019-presente) aposta em peso dramático: Forest Whitaker encarna Bumpy Johnson, líder negro que enfrenta tanto a máfia siciliana quanto o racismo institucional. A dramaturgia de Chris Brancato recorre a paralelos históricos, costurando Martin Luther King Jr. e Malcolm X à narrativa. O texto por vezes expositivo ganha vida graças ao elenco coadjuvante, especialmente Ilfenesh Hadera e Vincent D’Onofrio, que elevam as discussões políticas sem perder o ritmo de thriller.

    Londres moderna, prisões americanas e novos experimentos de Steven Knight

    Gangs of London (2020-presente) traz Joe Cole, ex-John Shelby, para o centro do conflito. Dirigido inicialmente por Gareth Evans, mestre da pancadaria em The Raid, o piloto entrega sequências de combate quase operísticas: corredores estreitos, cortes mínimos e sangue em profusão. O roteiro, porém, dilui a tensão ao multiplicar facções e subtramas, algo que nem sempre favorece Cole, obrigado a alternar entre luto e brutalidade com poucas transições emocionais.

    No interior de Michigan, Mayor of Kingstown (2021-presente) transporta a lógica feudal dos Shelbys para um município dominado por penitenciárias. Jeremy Renner compõe Mike McLusky como político de bastidores cuja moral se adapta à conveniência. Taylor Sheridan assina episódios repletos de tiroteios e diálogos secos, mas a série se distancia do refinamento estético de Peaky Blinders. Quando investiga corrupção sistêmica, contudo, a química de Renner com Dianne Wiest devolve potência ao enredo.

    As investidas mais recentes de Knight mantêm viva a identidade visual que o consagrou. A Thousand Blows (2025-presente) desloca o foco para o boxe no East End vitoriano, com Erin Doherty liderando uma gangue feminina inspirada na Forty Elephants. A atriz explora nuances de vulnerabilidade e fúria, enquanto Malachi Kirby entrega golpes de voz tão cortantes quanto os jabs no ringue. O mesmo esmero técnico aparece em House of Guinness (2025), minissérie que dramatiza uma crise familiar no império cervejeiro. A direção de Daniel Minahan aposta em interiores abafados e paleta âmbar que ecoa a luz dos pubs, enquanto o trio Edward Bluemel, Benjamin Evan Ainsworth e Anne Skelly sustenta a tensão de sucessão corporativa — quase um Succession com cheiro de malte.

    Vale a pena mergulhar nas “séries parecidas com Peaky Blinders”?

    Para quem busca novas maratonas, nenhuma dessas produções supera o impacto cultural da obra-mãe, mas cada uma oferece particularidades que justificam a visita. O carisma de Kim Coates em Bad Blood, as coreografias de Warrior e a densidade histórica de Godfather of Harlem figuram entre os pontos altos. Já as criações diretas de Steven Knight, Taboo, A Thousand Blows e House of Guinness, funcionam como laboratórios em que o roteirista aprofunda temas recorrentes — honra, família, poder — sob diferentes roupagens.

    Se a intenção é encontrar substituto à altura, a combinação recomendada é alternar série de época com cenário contemporâneo, usando Gangs of London como elo entre os dois mundos. Assim, o espectador mantém vivo o tempero sombrio de Peaky Blinders sem cair em comparações diretas que, invariavelmente, favorecem os Shelby.

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    Thaís Amorim

    Sou formada em Marketing Digital e criadora de conteúdo para web, com especialização no nicho de entretenimento. Trabalho desde 2021 combinando estratégias de marketing com a criação de conteúdo criativo. Minha fluência em inglês me permite acompanhar e desenvolver materiais baseados em tendências globais do setor.

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