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O Rei da Feira chega ao HBO Max com Leandro Hassum em mistério sobrenatural cheio de fofoca e confusão

Nova comédia nacional do HBO Max mistura suspense, fantasma, feira e investigação improvisada com Leandro Hassum e Pedro Wagner.

Por Redação3 Minutos de leitura
Cena de O Rei da Feira
Imagem: Divulgação

O Rei da Feira chega ao HBO Max como uma comédia nacional que tenta misturar humor popular, mistério policial e sobrenatural em um cenário bem brasileiro: a feira. O longa foi lançado nos cinemas em 2025 e agora entra no streaming com Leandro Hassum no papel de um segurança médium que vira detetive depois que um colega é assassinado.

A proposta chama atenção porque não tenta ser apenas uma comédia de esquetes ou uma sucessão de confusões soltas. Existe um “quem matou?” no centro da trama, e isso ajuda a dar ao filme um motor mais claro. Ao mesmo tempo, o longa parece entender que seu diferencial está menos na sofisticação do mistério e mais na ambientação: uma feira cheia de barracos, segredos, relações mal resolvidas e, claro, fofoca suficiente para mover uma investigação inteira.

Sobre o que é O Rei da Feira

A história acompanha Monarca, personagem de Leandro Hassum, um segurança de feira com dons mediúnicos e inclinação natural para o caos. Quando Bode, vivido por Pedro Wagner, é assassinado pouco depois de ganhar uma bolada no jogo do bicho, Monarca acaba entrando na investigação.

O detalhe que empurra a trama para o sobrenatural é que Bode volta como espírito para tentar ajudar — só que não ajuda tanto assim, porque está com amnésia alcoólica e não se lembra de quem o matou.

Essa premissa funciona porque combina dois tipos de humor muito reconhecíveis: a comédia de parceiro atrapalhado e o humor de comunidade, em que todo mundo sabe de alguma coisa, mas ninguém entrega tudo de uma vez.

A feira vira praticamente um personagem do filme, porque é nela que se concentram os suspeitos, os conflitos interpessoais e o falatório que transforma qualquer pista em espetáculo. Em vez de um suspense de atmosfera pesada, o filme parece investir em um mistério cômico, sustentado por tipos populares e confusões em cadeia.

Na direção, está Felipe Joffily, que já trabalhou em outras comédias nacionais de apelo popular. O roteiro original é de Gustavo Calenzani, e a produção reúne Rubi Produtora e Paramount Pictures Brasil. Esse histórico ajuda a entender o tipo de filme que O Rei da Feira quer ser: uma comédia acessível, apoiada em carisma de elenco, linguagem popular e uma premissa que flerta com o absurdo sem abandonar completamente a estrutura de investigação.

Elenco, duração e o que pode atrair no streaming

Cena de O Rei da Feira
Imagem: Divulgação

Além de Leandro Hassum e Pedro Wagner, o longa reúne nomes como Dani Fontan, Luana Martau, Yuri Yamamoto, Vinicius Moreno, Luiz Xavier, Samuel Valadares, Márcio Vito e Clarissa Pinheiro. A duração gira em torno de 1h26, o que indica um filme curto o suficiente para manter ritmo de comédia sem se estender demais.

O principal atrativo no streaming deve ser justamente essa mistura pouco comum de elementos. O Rei da Feira não se vende como filme de terror sobrenatural nem como policial tradicional, mas como uma comédia de mistério com fantasma, jogo do bicho e ambiente comunitário.

É uma combinação suficientemente estranha para chamar curiosidade, especialmente porque parte de um tipo de brasilidade muito específica e pouco “higienizada”: feira, barraco, improviso e o prazer coletivo de descobrir segredos alheios.

Redação

Equipe de redação do 365 Filmes.

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