Reborn, novo dorama japonês da Netflix, estreou nesta segunda-feira, 21 de abril de 2026, com o primeiro episódio disponível no catálogo. A série chegou à plataforma depois de iniciar sua exibição na TV Asahi em 14 de abril e já se apresenta como uma aposta de drama e mistério com um gancho forte: após ser empurrado escada abaixo, o CEO de tecnologia Kosei acorda 14 anos no passado no corpo de Eito, um homem pobre que trabalha em uma lavanderia, e passa a investigar quem tentou matá-lo.
O protagonista é interpretado por Issey Takahashi, que sustenta justamente o jogo central da trama ao viver duas existências completamente opostas. De um lado está Kosei, fundador e executivo ligado ao topo da elite econômica. Do outro, Nomoto Eito, um homem humilde inserido em uma realidade muito distante do poder, do dinheiro e da influência que definiam a vida anterior do personagem.
Reborn usa troca de vida para falar de poder, classe e identidade
A base da série vai além de um simples thriller sobre assassinato. O contraste entre as duas vidas do protagonista indica que Reborn quer explorar o choque entre privilégio e anonimato, riqueza e precariedade, ambição e humanidade.
A própria divulgação japonesa vende o projeto como um drama humano de “renascimento” com viés social, o que ajuda a entender o tom da produção: menos fantasia pura e mais uma história sobre o que muda quando alguém perde tudo e precisa olhar para o mundo a partir de outra posição.
O elenco principal também traz Anne Nakamura e Ouji Suzuka em papéis importantes para esse quebra-cabeça. Nakamura interpreta Iketani Sarasa, ligada ao passado do protagonista, enquanto Suzuka vive Tomono Tatsuki.
Nos materiais já divulgados, a série ainda aparece cercada por outros nomes de peso do drama japonês, o que reforça a ideia de um projeto pensado para sustentar não só o mistério da tentativa de assassinato, mas também um ecossistema mais amplo de relações, interesses e conflitos sociais.
Série deve seguir lançamento semanal na Netflix

Outro detalhe importante para quem pretende acompanhar a história é o formato. Reborn não chegou como temporada completa. A série segue em exibição no Japão e, ao que tudo indica, a Netflix deve acompanhar esse ritmo de forma gradual, lançando os episódios conforme a transmissão japonesa avança.
No fim, Reborn estreia com uma premissa forte e bastante clara: usar um crime, uma queda no tempo e uma troca radical de condição social para contar uma história sobre investigação, identidade e recomeço.
Para quem gosta de doramas mais tensos, com mistério criminal e comentário social misturados, a estreia já indica uma das apostas japonesas mais curiosas da Netflix nesta temporada.
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