Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    365Filmes
    • Criticas
    • Streaming
    • Listas
    • Cinema
    • Curiosidades e Explicações
    365Filmes
    Você está em:Início » Crítica de Resgate em Grande Altitude: Daisy Ridley segura ação genérica nas alturas no Prime Video
    Criticas

    Crítica de Resgate em Grande Altitude: Daisy Ridley segura ação genérica nas alturas no Prime Video

    Crítica de Resgate em Grande Altitude: Daisy Ridley segura thriller de ação que lembra Duro de Matar, mas sofre com ritmo lento.
    Matheus AmorimPor Matheus Amorimmaio 10, 2026Nenhum comentário4 Minutos de leitura
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Crítica de Resgate em Grande Altitude: Daisy Ridley segura thriller de ação que lembra Duro de Matar, mas sofre com ritmo lento.
    Imagem: Divulgação
    Share
    Facebook Twitter Pinterest WhatsApp Email

    Martin Campbell construiu boa parte da carreira dirigindo filmes de ação que entendem exatamente o que o público espera. Foi assim com 007 Contra GoldenEye e, principalmente, com Cassino Royale, longa que redefiniu James Bond para uma nova geração. Em Resgate em Grande Altitude, disponível no Prime Video, o diretor tenta revisitar essa mesma fórmula clássica do herói improvável preso em uma situação extrema.

    O problema é que o novo filme parece excessivamente confortável em reciclar referências muito óbvias. A produção claramente bebe da fonte de Duro de Matar, mas raramente encontra personalidade suficiente para sair da sombra do clássico estrelado por Bruce Willis. Ainda assim, Daisy Ridley faz o possível para transformar o longa em algo mais divertido do que ele realmente é.

    Daisy Ridley é o grande acerto de Resgate em Grande Altitude

    A trama acompanha Joey Locke, personagem de Daisy Ridley, uma ex-militar que agora trabalha limpando janelas em arranha-céus de Londres. Enquanto tenta equilibrar o trabalho com a responsabilidade de cuidar do irmão Michael, um jovem neurodivergente, sua vida vira de cabeça para baixo durante um evento de gala promovido por uma empresa de energia extremamente corrupta.

    O prédio é invadido por um grupo de ativistas radicais que faz centenas de pessoas reféns. Michael está entre os sequestrados, enquanto Joey acaba presa do lado de fora do arranha-céu, pendurada a dezenas de andares de altura sem uma rota clara para entrar no prédio.

    É uma premissa absurda? Bastante. Mas também existe um potencial genuíno para criar tensão. Daisy Ridley compra completamente essa ideia e entrega uma protagonista fisicamente convincente, carismática e com presença suficiente para sustentar boa parte da narrativa.

    A atriz funciona especialmente bem nas cenas de combate corpo a corpo. Sua postura mais agressiva e o visual mais duro ajudam a vender a imagem da heroína de ação. O problema surge quando o roteiro tenta aprofundar os dramas familiares da personagem e entrega diálogos artificiais demais.

    O filme copia Duro de Matar

    O longa não tenta esconder suas inspirações. Toda a estrutura narrativa remete diretamente ao clássico estrelado por Bruce Willis: prédio isolado, grupo criminoso organizado, reféns e uma protagonista tentando impedir uma tragédia praticamente sozinha.

    A diferença é que, em vez de dutos de ventilação e corredores internos, Joey passa boa parte do filme do lado de fora do prédio, usando andaimes, cordas e equipamentos de limpeza.

    Existe um certo charme em ver um filme tão honesto sobre sua proposta de entretenimento descartável. Ele sabe exatamente o tipo de produto que quer entregar e não perde tempo tentando parecer mais profundo do que realmente é.

    Ao mesmo tempo, essa falta de ambição também impede qualquer sensação de novidade. O roteiro raramente apresenta algo que realmente surpreenda o espectador mais acostumado com thrillers de ação.

    Clive Owen, por exemplo, surge como líder do grupo invasor e parece ter potencial para se tornar um antagonista memorável. No entanto, o personagem é pouco explorado.

    Quem acaba roubando a cena é Taz Skylar como Noah, um vilão caótico e impulsivo que traz a energia que o filme precisava desde o início.

    Crítica de Resgate em Grande Altitude: Daisy Ridley segura thriller de ação que lembra Duro de Matar, mas sofre com ritmo lento.
    Imagem: Divulgação

    A ação demora demais para acontecer

    Esse talvez seja o maior problema de Resgate em Grande Altitude. Apesar da curta duração, o filme demora demais para engrenar.

    Joey passa tempo demais presa do lado externo do prédio enquanto a narrativa estica situações que deveriam ser mais intensas e urgentes. O que deveria gerar ansiedade acaba ficando repetitivo.

    Quando Martin Campbell finalmente libera as cenas de ação mais pesadas, o filme melhora bastante. As lutas em ambientes apertados são bem coreografadas e lembram confrontos mais físicos e brutais.

    Ainda assim, o longa também sofre com falhas de lógica bastante visíveis, principalmente em momentos que ignoram completamente o caos acontecendo nas ruas abaixo do prédio.

    No fim, Resgate em Grande Altitude funciona como entretenimento descartável de fim de semana. Não reinventa o gênero, copia descaradamente seus maiores clássicos e tem problemas claros de ritmo, mas Daisy Ridley entrega carisma suficiente para impedir um desastre maior.

    Veredito final: um clone assumido de Duro de Matar que diverte em seus melhores momentos, mas nunca alcança a tensão que promete.

    6.5 Bom

    Um clone assumido de Duro de Matar que diverte em seus melhores momentos, mas nunca alcança a tensão que promete.

    • NOTA 6.5
    • User Ratings (0 Votes) 0

    Este conteúdo foi publicado originalmente no 365Filmes. A reprodução total ou parcial é permitida apenas mediante a citação da fonte, com link direto (dofollow) para o artigo original, garantindo a correta atribuição de autoria e a credibilidade da informação.

    Não perca as novidades do 365 Filmes no Google News!

    crítica de filmes Prime Video Resgate em Grande Altitude Streaming
    Matheus Amorim
    • Website
    • Facebook
    • X (Twitter)
    • Instagram
    • LinkedIn

    Sou Matheus Amorim Paixão, redator, crítico e fundador do 365Filmes (CNPJ: 48.363.896/0001-08). Com trajetória consolidada no mercado digital desde 2021, especializei-me em crítica cinematográfica e análise de tendências no streaming. Minha autoridade foi construída através de passagens por portais de referência como Cultura Genial, TechShake e MasterDica, onde desenvolvi um rigor técnico voltado à curadoria estratégica e experiência do espectador. No 365 Filmes, meu compromisso é entregar análises fundamentadas e honestidade intelectual, conectando audiências às melhores narrativas da sétima arte.

    Mais artigos

    Crítica de Resgate em Grande Altitude: Daisy Ridley segura thriller de ação que lembra Duro de Matar, mas sofre com ritmo lento.

    Final explicado de Resgate em Grande Altitude: quem morre e qual era o verdadeiro plano?

    Por Thaís Amorimmaio 10, 2026
    Song of the Samurai estreia na HBO Max e aposta em ação histórica após sucesso global de Shōgun

    Song of the Samurai chega à HBO Max e aposta no sucesso dos dramas históricos após fenômeno de Shōgun

    Por Matheus Amorimmaio 10, 2026
    Cena de Terra do Ouro

    Terra do Ouro: episódios 5 e 6 já têm data no Disney+ e série entra em fase mais tensa

    Por Thaís Amorimmaio 9, 2026
    Crítica de Resgate em Grande Altitude: Daisy Ridley segura thriller de ação que lembra Duro de Matar, mas sofre com ritmo lento.

    Final explicado de Resgate em Grande Altitude: quem morre e qual era o verdadeiro plano?

    maio 10, 2026
    Song of the Samurai estreia na HBO Max e aposta em ação histórica após sucesso global de Shōgun

    Song of the Samurai chega à HBO Max e aposta no sucesso dos dramas históricos após fenômeno de Shōgun

    maio 10, 2026
    Crítica de Resgate em Grande Altitude: Daisy Ridley segura thriller de ação que lembra Duro de Matar, mas sofre com ritmo lento.
    6.5

    Crítica de Resgate em Grande Altitude: Daisy Ridley segura ação genérica nas alturas no Prime Video

    maio 10, 2026
    Mortal Kombat 2 será o filme mais longo da franquia e terá estreia em maio de 2026

    Mortal Kombat 2: 5 detalhes cruciais do filme que podem definir o futuro da franquia nos cinemas

    maio 9, 2026
    • CRITICAS
    • STREAMING
    • CURIOSIDADES e EXPLICAÇÕES
    • CINEMA
    O 365Filmes é um portal editorial especializado em cinema, séries e streaming, com cobertura diária, críticas e análises sobre os principais lançamentos do entretenimento.
    365Filmes – CNPJ: 48.363.896/0001-08 © 2026 – Todos os Direitos reservados

    Nos siga em nossas redes sociais:

    Whatsapp Instagram Facebook X-twitter
    • Sóbre nós
    • Contato
    • Politica de privacidade e Cookies
    • Mapa do Site

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.