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Euphoria: o que aconteceu com Fezco na 3ª temporada e por que personagem não voltou

Euphoria revela destino de Fezco na 3ª temporada e explica ausência após morte de Angus Cloud.

Por Matheus Amorim4 Minutos de leitura
Euphoria: o que aconteceu com Fezco na 3ª temporada e por que personagem não voltou
Imagem: Divulgação

A terceira temporada de Euphoria, lançou ontem, 12 de abril de 2026 na HBO Max, esclareceu uma das principais dúvidas deixadas pelo final do segundo ano: o destino de Fezco. Interpretado por Angus Cloud, que morreu em 2023, o personagem não retorna à trama e tem sua ausência explicada logo no episódio inicial, com a revelação de que cumpre uma pena de 30 anos de prisão.

A decisão narrativa ocorre em meio ao salto temporal de cinco anos promovido pela nova temporada, que marca o encerramento da série criada por Sam Levinson e reposiciona os personagens na vida adulta.

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Como Euphoria encerra a história de Fezco?

O ponto de partida para o destino de Fezco está nos eventos finais da segunda temporada. Na ocasião, sua casa foi invadida pela polícia após uma traição ligada ao fornecimento de drogas.

O confronto terminou em um tiroteio intenso, que resultou na morte de Ashtray, seu parceiro mais jovem, e na prisão do próprio Fezco, que também foi baleado.

Na estreia da terceira temporada, a situação é finalmente confirmada. Em uma conversa entre Rue Bennett, vivida por Zendaya, e Lexi Howard, interpretada por Maude Apatow, fica implícito que Fezco cumpre uma longa sentença de 30 anos. A abordagem encerra de forma definitiva o arco do personagem, evitando brechas para um retorno futuro.

A saída de Fezco está diretamente ligada à morte de Angus Cloud, que interpretava o personagem desde a primeira temporada. Diante da impossibilidade de continuidade, a série optou por um desfecho coerente com os acontecimentos anteriores.

Além dele, outros nomes também deixaram o elenco. Barbie Ferreira não retornou como Kat Hernandez após o encerramento de sua história, o que impactou também o personagem Ethan, vivido por Austin Abrams. Já Storm Reid, intérprete de Gia Bennett, seguiu novos projetos fora da série.

Por outro lado, o núcleo principal segue com Zendaya, Jacob Elordi, Sydney Sweeney e Hunter Schafer.

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Série presta homenagem discreta ao ator

Ao final do episódio de estreia, a produção incluiu um tributo nos créditos com a mensagem “In Memoriam”, homenageando Angus Cloud. A dedicatória também mencionou o produtor Kevin Turen, falecido em 2023, e o ator Eric Dane, que morreu em 2026.

A homenagem foi breve, mas sinaliza o reconhecimento da importância do ator para a construção da série.

Com o avanço de cinco anos na linha do tempo, Euphoria abandona o ambiente escolar e passa a explorar a vida adulta dos personagens. A mudança amplia o foco em consequências das escolhas passadas e intensifica o tom dramático.

A ausência de Fezco altera significativamente a dinâmica emocional da série, já que o personagem era uma das figuras mais estáveis e empáticas dentro da trama. Ainda assim, a narrativa se reorganiza em torno da evolução de Rue, Jules e outros protagonistas.

Euphoria: o que aconteceu com Fezco na 3ª temporada e por que personagem não voltou
Imagem: Divulgação

Por que o destino de Fezco é importante para a história e como a temporada final busca fechamento mais maduro?

A confirmação da prisão resolve uma das maiores lacunas deixadas pela temporada anterior, que terminou em aberto quanto ao futuro do personagem. Ao optar por esse caminho, a série evita soluções artificiais e preserva a coerência narrativa.

Além disso, a decisão carrega um peso simbólico. Ao encerrar a trajetória de Fezco dessa forma, Euphoria demonstra um esforço em equilibrar continuidade da história com respeito ao legado de Angus Cloud.

A terceira temporada se apresenta como um momento decisivo para a série. Com menos personagens e uma abordagem mais centrada na vida adulta, a produção aposta em um tom mais reflexivo e menos idealizado.

Mesmo diante das perdas no elenco, a narrativa busca manter consistência e oferecer um encerramento alinhado ao impacto cultural que Euphoria construiu ao longo dos anos.

Matheus Amorim

Sou Matheus Amorim Paixão, redator, crítico e fundador do 365Filmes. Com trajetória consolidada no mercado digital desde 2021, especializei-me em crítica cinematográfica e análise de tendências no streaming. Minha autoridade foi construída através de passagens por portais de referência como Cultura Genial, TechShake e MasterDica, onde desenvolvi um rigor técnico voltado à curadoria estratégica e experiência do espectador. No 365 Filmes, meu compromisso é entregar análises fundamentadas e honestidade intelectual, conectando audiências às melhores narrativas da sétima arte.

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