Autor: Matheus Amorim

Sou Matheus Amorim Paixão, redator, crítico e fundador do 365Filmes (CNPJ: 48.363.896/0001-08). Com trajetória consolidada no mercado digital desde 2021, especializei-me em crítica cinematográfica e análise de tendências no streaming. Minha autoridade foi construída através de passagens por portais de referência como Cultura Genial, TechShake e MasterDica, onde desenvolvi um rigor técnico voltado à curadoria estratégica e experiência do espectador. No 365 Filmes, meu compromisso é entregar análises fundamentadas e honestidade intelectual, conectando audiências às melhores narrativas da sétima arte.

A adaptação de The Running Man dirigida por Edgar Wright estreia em 14 de novembro de 2025 prometendo ação, sátira e crítica à mídia. Entretanto, uma questão de ritmo salta aos olhos: a heroína secundária Amelia Williams só aparece na metade do longa, peça que poderia dar coesão emocional à aventura. No centro da trama está Ben Richards, interpretado por Glen Powell, caçado em um reality mortal que domina o gosto popular. O roteiro expõe o controle governamental através da televisão, mas perde força justamente quando entra no jogo. A seguir, entenda por que antecipar Amelia resolveria esse desequilíbrio. O…

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Existe vida fora dos longas cheios de sinos, renas e mensagens edificantes. Alguns diretores resolveram transformar o bom velhinho em anti-herói, vilão ou apenas um sujeito cansado do espírito natalino. A lista a seguir reúne dez filmes de Papai Noel não tradicionais que brincam com gêneros como terror, ação e comédia escrachada. Se você procura algo diferente para assistir, prepare -se para surpresas sangrentas, piadas sem filtro e muita pancadaria. Fatman (2020) Em Fatman, Mel Gibson interpreta Chris Cringle, um Papai Noel isolado no Alaska que mantém o trenó graças a subsídios do governo. Quando os políticos decidem enxugar verbas…

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Soldados recolhendo bebês para uma fogueira não é exatamente a imagem que esperamos ver em um filme natalino. Ainda assim, é assim que The Carpenter’s Son se apresenta ao espectador logo na primeira cena, deixando claro que o longa não pretende ser mais um conto festivo. Dirigido e escrito por Lotfy Nathan, o filme aposta em atmosfera tensa, fotografia crua e silenciosa, além de atuações contidas para reimaginar a infância de Jesus — aqui chamado apenas de “o Menino”. O resultado é um híbrido improvável de narrativa bíblica e horror contemporâneo que promete agitar o catálogo de fim de ano,…

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“Springsteen: Deliver Me from Nowhere” chegou com a promessa de narrar o processo de criação de Nebraska, álbum cru e intimista de Bruce Springsteen. Mas o longa, em vez de iluminar a jornada do cantor, acabou servindo como exemplo de um defeito estrutural que se repete no gênero. Com críticas mornas e público tímido nos cinemas, o filme levanta a pergunta: por que tantos biopics musicais não conseguem ir além do nome famoso em seu pôster? Bilheteria baixa acende alerta sobre interesse do público Lançado nos Estados Unidos, o filme arrecadou menos do que o previsto e foi rotulado como…

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Ryan Coogler sacudiu o universo do horror ao anunciar que seu sangrento Sinners, classificado para maiores de 18 anos, bebeu em fontes bem menos sombrias do que se imaginava. O diretor contou que a figura do vampiro irlandês Remmick nasceu depois de assistir a The Luck of the Irish, telefilme de 2001 do Disney Channel, favorito da infância dele em Oakland. A revelação veio durante o painel de Sinners no evento Deadline’s Contenders Film, onde Coogler detalhou conexões culturais que observou entre a Irlanda e a comunidade negra da Baía de São Francisco. Segundo ele, a música folclórica irlandesa, presente…

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Sadie Sink, conhecida mundialmente por Stranger Things, já tem data para aparecer no Universo Cinematográfico da Marvel, mas seu papel segue trancado a sete chaves. O estúdio confirmou a atriz em Spider-Man: Brand New Day, previsto para 2026, e também em Avengers: Secret Wars, que chega um ano depois. A partir daí, começaram as apostas. Quem acompanha 365 Filmes sabe que o currículo de Sink inclui performances marcantes em O Whale, O’Dessa e até indicação ao Tony, o que reforça a expectativa de que ela interprete alguém de peso no MCU. A Marvel, contudo, não entrega nenhuma pista — e…

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O Disney+ começou a cobrar mais caro nos Estados Unidos e Reino Unido desde outubro de 2025, mudança que chegará ao Canadá em novembro e à Austrália em 2026. A elevação ocorre quando o Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) atravessa seu maior intervalo sem lançamentos: de setembro de 2025 a janeiro de 2026, nenhum título novo desembarcará na plataforma. Para quem acompanha tudo pelo 365 Filmes, a notícia acende um alerta: como justificar a assinatura durante esse hiato, especialmente após o recente aumento de preço do Disney+? Os próximos capítulos do MCU, marcados para 2026, podem trazer a resposta, mas…

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Um clássico dos tribunais voltou a chamar atenção do público. Quase três décadas após chegar aos cinemas, “A Time to Kill” conquistou milhões de espectadores e ocupa lugar de destaque entre os filmes mais assistidos do mundo na Netflix. O thriller, baseado no livro de John Grisham – um dos mais proibidos em diversas escolas norte-americanas –, acumulou 5,4 milhões de reproduções e 13,4 milhões de horas vistas entre 11 e 16 de novembro, segundo dados oficiais da plataforma. Por que “A Time to Kill” voltou aos holofotes Produzido em 1996 e dirigido por Joel Schumacher, “A Time to Kill”…

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A produção da nova série de Harry Potter mal começou e já rendeu um primeiro encontro simbólico entre gerações. Daniel Radcliffe, que interpretou o bruxo nos oito filmes originais, escreveu uma carta privada ao jovem Dominic McLaughlin, de 11 anos, escalado para o papel na adaptação televisiva da HBO. O teor do bilhete ficou restrito aos dois atores, mas Radcliffe revelou ter desejado que o estreante “tenha o melhor tempo possível — ainda melhor que o meu”. McLaughlin respondeu com “uma nota muito doce”, segundo o veterano. Primeiro contato entre intérpretes de Harry Potter Em entrevista ao programa Good Morning…

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Lançar um épico histórico em Hollywood costuma despertar um dilema: priorizar a fidelidade dos fatos ou apostar em ritmo narrativo. A crítica coloca as duas balanças na mesa, e produções como Gladiador ou Coração Valente vivem na corda bamba entre licença poética e veracidade. Em 2004, Alexander chegou aos cinemas prometendo o melhor dos dois mundos. Dirigido por Oliver Stone e estrelado por Colin Farrell, o longa acabou virando exemplo de outro extremo: a acusação de ser “factual demais” sem entregar o impacto dramático que o público esperava. Por que a precisão histórica costuma incomodar Hollywood Filmes baseados em eventos…

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